domingo, agosto 26, 2007

FESTA PLOC - 25/08/2007 - WET´N WILD!

Vem fazer glu glu, mon amour!!! ihihihihihihi!!!
Glu Glu dá dá!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....

Eu, Belle, Ana e Karine barbarizando!



quarta-feira, agosto 22, 2007

AMAR!!!!


Que pode uma criatura senão,entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho,
em rotação universal, senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,o que ele sepulta,
e o que, na brisa marinha,é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante, e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,e o peito inerte, e a rua vista em sonho,
e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor à procura medrosa,paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,e na secura nossa, amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.
(Carlos Drummond de Andrade)

terça-feira, agosto 14, 2007

Cada Momento – Brahma Kumaris

Peguei essa frase numa comunidade do orkut e achei a massa!

Brahma Kumaris, pra quem ainda não conhece, é uma filosofia indiana. Uma das minorias religiosas de lá, mas q contém uma grande mensageme uma forma interessante de ver o mundo.

"Cada momento é novo, é diferente. Se há mudança, preciso mudar de acordo. Se eu estiver vendo o último momento neste momento, haverá uma colisão com o tempo. Tempo é uma grande energia. Tempo é Drama. Tempo é poder. Às vezes, parece que o tempo e as circunstâncias são mais poderosos do que eu. As situações são mais do que eu posso dar conta, porque eu não estou me movendo junto com cada momento. Eu preciso mover-me de uma forma sensata e trazer autotransformação a cada momento. Cada momento é um momento diferente. Então devo estar novo, refrescado, renovado."

Resumindo: Só há progresso, com mudança. Sem nos autotransformarmos, ficamos estagnados. Nesse sentido, somos como uma máquina que, se não é atualizada, perde a utilidade. O tempo passa e é preciso mover-se!

bjos e queijitos! :) :)

Respeitar para ser respeitado:

"Não há saber maior ou saber menor. Há saberes diferentes"
Paulo Freire
Portanto, não há ninguém burro ou mais inteligente. Há quem conheça de mecânica, medicina, jornalismo, desenho industrial, games, astronomia, direito, moda... conhecimentos diferentes que se completam.
RESPEITAR A DIVERSIDADE É SER SÁBIO.
"Você tem que cantar como se não precisasse de dinheiro, amar como se você nunca fosse se ferir. Você tem que dançar como se ninguém estivesse olhando. Isso tem que vir do coração, se você quer que dê certo."
Susannah Clark

sexta-feira, agosto 10, 2007

Para pensar:

"Creio que Deus nos colocou nesta vida para sermos felizes."
Baden Powell
bjos em todos! :)

quinta-feira, agosto 09, 2007

Dirigindo em Salvador...

Todos sabem que tirei minha carteira de habilitação recentemente, portanto não sou nenhuma grande motorista. Até pq começei dirigindo em AJU.
Dizem que baiano é calmo, devagar, preguiçoso. Mas definitivamente, essa lenda não se aplica ao trânsito de SSA.
Em Aracaju, as pessoas respeitam as faixas, não atravessam a sua fte voando de uma ponta a outra, não batem no seu carro estando vc parada num engarrafamento... enfim, é mais civilizado.
Aqui, é cada um por si e Deus por todos. Ou a gente aprende a dirigir feito doido ou é engolido pela multidão de carros e ônibus.
Se vc fez seu curso no detran prestando muita atenção em todas aquelas regras bonitinhas de trânsito... esqueça qdo vier de carro a SSA.
Seja rápido, ágil, esperto, atento.
Se ligue em tudo o q acontece ao seu redor em todas as dimensões possíveis... olhar de gato, presteza de leopardo. É assim que tem que ser.
E quem achar que estou exagerando, vem passar um fim de semana em Salvador.
Além de se deliciar com as lindas praias, ainda terá o nosso trânsito para aprender como viver na selva!
Estou aprendendo a duras penas!

terça-feira, agosto 07, 2007

RECIPROCIDADE

Ação e reação conseqüente integram inderrogável lei da vida... Procure ouvir a esperança e você encontrará a certeza da vitória. Detenha-se no bem e obterá o lado melhor das pessoas e circunstâncias. Auxilie a alguém e esse alguém se fará canal de auxílio em seu apoio. Promova a tranqüilidade alheia e a paz virá em seu encontro. Aproveite seu tempo construindo elevação e o tempo lhe trará maravilhas. Abençoe a vida e a vida lhe abençoará a existência. Busque servir e o seu próprio trabalho lhe oferecerá a orientação de que você necessita. Ame aos semelhantes e os semelhantes retribuirão a você com medidas transbordantes de afeto.
Plante isso ou aquilo e você colherá dos recursos que semeou; alguém poderá dizer que isso é óbvio; entretanto, ligados no bem de todos, tranfiramo-nos da palavra à vivência e decerto que surpresas iluminadas de alegrias virão fatalmente a você se você experimentar.


ANDRÉ LUIZ (Do livro: "Respostas da Vida", 18, FCXavier, edição IDEAL)

domingo, agosto 05, 2007

Desabafo!!!!!

Há dias um fato tem me incomodado bastante: a insistência da imprensa em apresentar, repetir, repassar, e repetir de novo o acidente da Tam. A cada dia eles procuram uma forma nova de mostrar o acidente com toda a carga dramática que lhe é peculiar. Tudo bem que o acidente foi mesmo horrível, mas não precisa ficar mostrando gente chorando na tv todo dia. Semana passada percebi que durante dois dias consecutivos eles apresentaram o mesmo diálogo - o diálogo dos pilotos. Diálogo muito triste e muito pessoal pra ser divulgado assim.
Acho isso um desrepeito com as vítimas, com os familiares e com a sociedade brasileira. Esse drama não ajuda em nada e só faz cansar o telespectador inteligente.
Afffffffff!!!!

quarta-feira, agosto 01, 2007

"Qualquer um pode zangar-se - isto é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneria certa - não é fácil."
Aristóteles (Ética a Nicômaco)

sexta-feira, julho 20, 2007

Bota-fora Aracaju!

Hoje é meu último dia de trabalho aqui em Aracaju. Amanhã estou de volta pra terrinha de todos os santos. E como nordestino é bom de festa, o bota-fora começou ontem e terminará hj a noite. Isso pq eu já vou amanhã, se não fosse isso, ia até domingo!!! Rsrsrs...
Abaixo algumas fotos com os colegas de trabalho, amigos muito queridos, lá no Coqueiral.
bjitos! :)

Eu, Marcelo e Lilica

Marcelo, eu, lilica, marcos, Eva e Zé.

Eu, Eva e Zé



Clóvis, Eliane e eu

Galera e Gigi tentando tirara a cabeça da fte!!! rsrsrsrs...

Tiago (milagreeee!), Aninha e eu

Marcelo, eu falando no tel com Carolzinha que deu o bolo (mas foi por uma boa causa), lilica e Tiago

quinta-feira, julho 19, 2007

Forró da Muriçoca!

O pessoal aqui do trabalho fez no São João uma festa pra comemorar. Foi super divertido. São João é uma época maravilhosa e dançar forró é bom demais!
bjitos! :)
Cris, Eu e Lilica

Sheila, Cris, alguém , Eliane e Fernandinha
Eu dançando forró com Roberto e Henrique dançando tbm!

Tristeza no Brasil

Muito triste o que aconteceu com o avião da Tam.
É horrível imaginar que tantas pessoas tenham falecido por um erro de um grupo seleto, por negligência na admisnistração do setor aéreo ou outra causa qualquer.
O que já deu pra perceber é que a aviação civil se apresentou como um espaço de amadorismo brasileiro, com pouca segurança.
Que Jesus ampare os espíritos que desencarnaram e dê forças aos parentes e amigos que aqui ficaram.
E que a sociedade e o governo tome providências para que isso nunca mais volte a acontecer.
Vamos orar pelos que se foram e pelos que ficaram.

quarta-feira, julho 18, 2007

Chega de Excelências, senhores!

Excelente texto!

abs em todos,

Priscila

Em 13/6 , um juiz do Paraná desmarcou uma audiência porque um trabalhador rural compareceu ao fórum de chinelos, conduta considerada "incompatível com a dignidade do Poder Judiciário".

Não muito antes, policiais do Distrito Federal fizeram requerimento para que fossem tratados por "Excelência", tal qual promotores e juízes.

Há alguns meses, foi noticiado que outro juiz, este do Rio de Janeiro, entrou com uma ação judicial para obrigar o porteiro de seu condomínio residencial a tratar-lhe por "doutor".

Tais fatos poderiam apenas soar como anedotas ridículas da necessidade humana de criar (e pertencer a) castas privilegiadas. No entanto, os palácios de mármore e vidro da Justiça, os altares erguidos nas salas de audiência para juízes e promotores e o tratamento "Excelentíssimo" dispensado às altas autoridades são resquícios diretos da mal resolvida proclamação da República brasileira, que manteve privilégios monárquicos aos detentores do poder.

Com efeito, os nobres do Império compravam títulos nobiliárquicos a peso de ouro para que, na qualidade de barões e duques, pudessem se aproximar da majestade imperial e divina da família real.

Com a extinção da monarquia, a tradição foi mantida por lei, impondo-se diferenciado tratamento aos "escolhidos", como se a respeitabilidade dos cargos públicos pudesse, numa república, ser medida pela "excelência" do pronome de tratamento.

Os demais, que deveriam só ser cidadãos, mantiveram a única qualidade que sempre lhes coube: a de súditos (não poderia ser diferente, já que a proclamação não passou de um movimento da elite, sem nenhuma influência ou participação popular). Por isso, muitas Excelências exigem tratamento diferenciado também em sua vida privada, no estilo das famosas "carteiradas", sempre precedidas da intimidatória pergunta: "Você sabe com quem está falando?".

É fato que a arrogância humana não seduz apenas os mandarins estatais. A seleta casta universitária e religiosa mantém igualmente a tradição monárquica das magnificências, santidades, eminências e reverências. Tem até o "Vossa Excelência Reverendíssima" (esse é o cara!). Somos, assim, uma República com espírito monárquico.

As Excelências, para se diferenciarem dos mortais, ornam-se com imponentes becas e togas, cujo figurino é baseado nas majestáticas vestimentas reais do passado. Para comparecer à sua presença, o súdito deve se vestir convenientemente. Se não tiver dinheiro para isso, que coma brioches, como sugeriu a rainha Maria Antonieta aos esfomeados que não podiam comprar pão na França do século 18.

Enquanto isso, barões sangram os cofres públicos impunemente. Caso flagrados, por acaso ou por alguma investigação corajosa, trata a Justiça de soltá-los imediatamente, pois pertencem ao mesmo clã nobre (não raro, magistrados da alta cúpula judiciária são nomeados pelo baronato).

Os sapatos caros dos corruptos têm livre trânsito nos palácios judiciais, com seus advogados persuasivos (muitos deles são filhos dos próprios julgadores, garantindo-lhes uma promiscuidade hereditária), enquanto os chinelos dos trabalhadores honestos são barrados. Eles, os chinelos, são apenas súditos. O único estabelecimento estatal digno deles é a prisão, local em que proliferam.

A tradição monárquica ainda está longe de sucumbir, pois é respaldada pelo estilo contemporâneo do liberal-consumismo, que valoriza as pessoas pelo que têm, e não pelo que são.

Por isso, após quase 120 anos da proclamação da República, ainda é tão difícil perceber que o respeito devido às autoridades devia ser apenas conseqüência do equilíbrio e bom senso dos que exercem o poder; que as honrarias oficiais só servem para esconder os ineptos; que, quanto mais incompetente, mais se busca reconhecimentos artificiais etc.

Numa verdadeira República, que o Brasil ainda há de um dia fundar, o único tratamento formal possível, desde o presidente da nação ao mais humilde trabalhador (ou desempregado), será o de "senhor", da nossa tradição popular.

Os detentores do poder, em vez de ostentar títulos ridículos, terão o tratamento respeitoso de servidor público, que o são. E que sejam exonerados se não forem excelentes!

Seus verdadeiros chefes, cidadãos com ou sem chinelos, legítimos financiadores de seus salários, terão a dignidade promovida com respeito e reverência, como determina o contrato firmado pela sociedade na Constituição da República.

Abaixo as Excelências!
FAUSTO RODRIGUES DE LIMA , 36, é promotor de Justiça do Distrito Federal.

quinta-feira, julho 12, 2007

Cada dia chega trazendo seus próprios presentes. Desamarre as fitas.
Ruth Ann Schabaker